Comece com a Kontae e tenha controle total do seu caixa.
Começar agoraFaturar mais não significa lucrar mais. Veja a diferença entre faturamento e lucro e por que confundir os dois pode bagunçar o caixa do seu negócio.
Se o MEI quer parar de administrar no susto, precisa acompanhar alguns números todo mês. Veja quais são e por que eles mudam a saúde do caixa.
Saídas são todos os valores que deixam o caixa, a conta ou a operação do negócio.
E aqui também vale o mesmo raciocínio: nem toda saída é despesa, e nem toda despesa significa prejuízo.
Ou seja, sair dinheiro da conta não quer dizer, automaticamente, que aquilo foi custo ou despesa operacional.
Esse é o erro que mais bagunça a vida do MEI.
Você recebeu:
Na conta, entraram R$ 3.650.
Mas seu faturamento não foi R$ 3.650.
Seu faturamento, nesse exemplo, foi apenas o que veio da atividade do negócio, ou seja, os R$ 2.000 de clientes.
O resto é entrada, sim. Mas não é receita operacional do negócio.
Agora o outro lado da bagunça.
Saiu dinheiro para:
Tudo isso é saída.
Mas nem tudo isso deve ser classificado como despesa operacional da mesma forma.
Por exemplo:
Se você chama tudo de “despesa”, destrói a leitura do resultado real.
O melhor caminho é classificar cada entrada por natureza.
É o dinheiro que entrou porque o negócio vendeu ou prestou serviço.
Essa é a entrada que realmente compõe o faturamento.
É dinheiro que entra, mas não porque o negócio faturou.
Essas entradas precisam ser registradas, mas não devem inflar artificialmente a receita do negócio.
Esse ponto merece atenção.
Se o cliente paga antes da entrega do serviço, esse valor entrou no caixa. Mas a depender da sua organização interna, pode fazer sentido registrar isso como valor antecipado até a prestação do serviço acontecer.
Isso ajuda a separar:
Do lado das saídas, o caminho também é classificar por natureza.
São gastos diretamente ligados à entrega do serviço ou produto.
Para uma lash designer, por exemplo, cola, fios e materiais técnicos podem entrar nessa lógica.
Para uma manicure, esmaltes, lixas e materiais de atendimento também entram na análise.
São gastos para manter o negócio funcionando, mesmo que não estejam ligados diretamente a um único atendimento.
Essas despesas não são custo direto do serviço, mas sustentam a empresa.
Aqui entram saídas ligadas a obrigações fiscais e legais.
Esses valores precisam aparecer separados, porque bagunçar tributo com despesa operacional também atrapalha a leitura do negócio.
Esse é um dos pontos mais importantes.
Retirada do titular não é despesa do negócio.
É o dinheiro que o dono tira da empresa para uso pessoal.
Se você joga isso como “despesa”, começa a sabotar o entendimento do próprio lucro.
São saídas que não representam exatamente custo ou despesa da operação.
Essas saídas afetam o caixa, mas não devem ser confundidas com despesa operacional.
Esse é o coração do tema.
Tudo o que entrou na conta ou no caixa.
Tudo o que saiu da conta ou do caixa.
Tudo o que a empresa ganhou com a sua atividade principal.
O que sobra depois de descontar custos e despesas da operação.
O dinheiro disponível no momento.
Você pode ter:
Se você não separa esses conceitos, começa a administrar por ilusão.
A forma mais simples é criar categorias fixas.
Com isso, você já evita 80% da bagunça mais comum do pequeno negócio.
O MEI precisa pelo menos manter controle da receita bruta mensal, porque existe o Relatório Mensal de Receitas Brutas, que serve para acompanhar o faturamento e ajudar na DASN-SIMEI.
Além disso, é importante guardar notas e comprovantes por 5 anos.
Ou seja: mesmo sem uma contabilidade formal obrigatória, o MEI não pode viver de memória.
Aqui vão alguns sinais claros:
Se um ou mais desses pontos acontece, a classificação está ruim.
Impacta muito.
Se você não identifica entradas e saídas corretamente, você pode:
E esse tipo de erro não é teórico. Ele aparece no dia a dia de quem trabalha muito, recebe bastante e mesmo assim termina o mês sem entender onde foi parar o dinheiro.
É exatamente aqui que uma plataforma como a Kontaê ajuda de verdade.
Porque o maior problema do MEI não costuma ser falta de vontade de se organizar. O problema é a rotina corrida e a falta de um lugar simples para separar:
Quando isso fica visível, o negócio para de ser uma movimentação solta e começa a virar gestão.
Para identificar entradas e saídas do jeito certo, você precisa parar de tratar todo movimento bancário como se fosse a mesma coisa.
O segredo não é “anotar tudo” de qualquer jeito. O segredo é classificar cada movimentação pela sua natureza.
Não. Empréstimo, aporte, estorno e transferência interna são entradas, mas não são faturamento.
Não. Retirada do titular, pagamento de empréstimo e transferência entre contas, por exemplo, não devem ser tratados como despesa operacional.
Não. É uma saída financeira para o dono, não uma despesa operacional da empresa.
Sim. Mas deve ser classificado como tributo ou obrigação, não misturado com custo ou despesa comum.
O ideal é registrar entradas e saídas com categorias claras e manter a receita bruta mensal organizada para apoiar a DASN-SIMEI.
Este conteúdo tem caráter informativo e foi pensado para ajudar o MEI a organizar melhor a leitura financeira do negócio. Em situações com maior complexidade, atividade mista ou necessidade de demonstração mais formal de resultado, vale complementar essa organização com apoio contábil.
Nem tudo que sai do caixa da empresa é imposto. Veja a diferença entre imposto, tributo, contribuição e encargo para classificar tudo sem confusão.